A questão do crédito
Acho engraçado quando vejo pessoas preparadas comentando sobre a diminuição da taxa Selic. Principalmente quando falam sobre o impacto no consumo. Alguns dizem que o consumo vai aumentar, outros acham que a solução seria baixar mais 0,25% - aí sim, teríamos todos os problemas resolvidos. Ninguém comenta sobre os juros para o consumidor, aquele coitado que precisa que precisa usar o cheque especial, ou tomar algum tipo de empréstimo bancário.
Não sei quando vamos atentar para isso e exigir o reflexo imediato da comentada taxa nas linhas de financiamento para os que realmente necessitam. Não podemos nos contentar com taxa de cheque especial que passa de 7,77% para 7,69% ao mês, ou com a taxa de cartão de crédito baixando de 12,64% para 12,56% ao mês – todas praticadas pelo Banco do Brasil.
Quando tivermos juros decentes em todas as linhas de crédito, acredito que o nosso país possa ter um desenvolvimento maior e uma desigualdade social cada vez menor. E que não seja puxando quem está em cima para baixo. Em vez disso, trabalhando realmente para elevar o nível de consumo e de vida dos brasileiros mais carentes.

Existe no Brasil uma peocupação exacerbada no nível da taxa Selic e pouca discussão acerca dos impactos efetivos desta taxa
nos juros que os bancos ofertam como por exemplo: cheque especial e cartão de crédito.
Continuamos a ter as maiores taxas bancarias mundiais o que acaba refletindo no consumo. Precisamos cobrar a efetiva diminuição das taxas de juros
que os bancos oferecem aos consumidores.
Seu comentário retrata a realidade do nosso País.
Hoje já estamos convivendo com a taxa Selic de 8,75% ao ano e juros reais de 4,4%, porém, e infelizmente, não iremos perceber baixas nas taxas de financiamentos.
O idéal e o mais correto, seria que estas taxas de financiamentos fossem reduzidas na mesma proporção da Selic, resultado, banqueiros mais ricos e o povo mais pobre.
Abraços,
Antímio Saült
Que os nossos politicos saibam fazer com que se tenha uma redução real nessa elevada carga tributaria e o setor de vendas imobiliarias possam oferecer melhores e maiores vendas, gerando divisas.