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			<title>Blog do Guto Amoedo | Brito &amp; Amoedo | Brasil Brokers</title>
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			<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 02:49:28 -0300</pubDate>
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				<title>Blog do Guto Amoedo | Brito &amp; Amoedo | Brasil Brokers</title>
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				<title>Porto Sul</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2010/6/29/Porto-Sul</link>
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				Incr&#xed;vel como o Minist&#xe9;rio P&#xfa;blico, inclusive o Federal, e os ambientalistas s&#xe3;o contra o desenvolvimento da Bahia. Todos n&#xf3;s sabemos o quanto &#xe9; importante a implanta&#xe7;&#xe3;o do Complexo Porto Sul para o Estado e, mais ainda, para a Costa do Cacau.  A audi&#xea;ncia p&#xfa;blica na C&#xe2;mara dos Deputados em Bras&#xed;lia, do &#xfa;ltimo dia 17, foi marcada pela irrita&#xe7;&#xe3;o de ambientalistas e do Minist&#xe9;rio P&#xfa;blico contra a implanta&#xe7;&#xe3;o do projeto.  Ressalto que o projeto da Bahia pode ter contrapartidas sociais e econ&#xf4;micas que minimizem o impacto ambiental, porque n&#xe3;o se faz nada sem que haja algum tipo de impacto. Ao mesmo tempo, estamos convivendo com desastres ambientais muito graves que causam impactos negativos &#xe0; toda a sociedade. Um exemplo &#xe9; o vazamento de &#xf3;leo no golfo do M&#xe9;xico ? um dos maiores desastres ambientais  de todos os tempos - e vejo o mundo calado. Nem se fala mais no assunto e o &#xf3;leo continua a derramar. Eu pergunto: onde est&#xe3;o as organiza&#xe7;&#xf5;es de defesa do meio ambiente e os poderes p&#xfa;blicos? E o vazamento, que contrapartida dar&#xe1; para o mundo? 
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				<category>Cidade</category>				
				
				<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 15:23:00 -0300</pubDate>
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				<title>As barracas e a reurbaniza&#xe7;&#xe3;o da Orla</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2010/6/22/As-barracas-e-a-reurbanizao-da-Orla</link>
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				Quando o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) foi implantado, muitos se opuseram: alguns para angariar votos, pois est&#xe1;vamos pr&#xf3;ximos de per&#xed;odo eleitoral; outros para salvar a Orla da verticaliza. Chegou-se a argumentar que os pr&#xe9;dios fariam sombra na praia, embora a dist&#xe2;ncia entre a parte edificada e a praia seja grande. O tempo passou e as previs&#xf5;es n&#xe3;o se confirmaram, restando somente a peleja das barracas de praia, com suas idas e vindas. Quem quer que tenha se debruado minimamente sobre urbaniza&#xe7;&#xe3;o sabe que se trata de um processo que abrange relaes sociais, econ&#xf4;micas, pol&#xed;ticas e ideolgicas, que no se do de forma separada para que o desenvolvimento seja amplo e eficaz. 

Pensar a reurbaniza&#xe7;&#xe3;o das barracas de praia chamar discurso todo o espa&#xe7;o que envolve a Orla de Salvador. Do contr&#xe1;rio, podemos correr o risco de projetarmos uma aglomerado de equipamentos que, mais tarde, entrar em deteriorao, dando lugar a todo tipo de com&#xe9;rcio, principalmente os ilegais. preciso estar atentos para uma regi&#xe3;o que se caracteriza por um adensamento urbano, que hoje incorpora empreendimentos de baixo valor urbanstico, o que nos torna, talvez, a Orla de menor impacto no Nordeste. 

Por outra via, estamos diante de um espa&#xe7;o com grande potencial tur&#xed;stico, mas de pouca conex&#xe3;o com essa ind&#xfa;stria. Um bom exemplo que a regio no abriga o parque hoteleiro da cidade, sendo um espao provido de intervenes esparsas e pontuais, porm distantes de uma concepo de espao turstico interligado a equipamentos e moradias de alto padr&#xe3;o, no momento inexistentes. 

Embora a cidade seja rica em hist&#xf3;ria e seja lembrada por baianos e turistas como local aprazvel, nossa Orla carece de identidade. Podemos pontuar, apenas, positivamente os bairros da Pituba que recebeu, recentemente, um tratamento urban&#xed;stico, e o bairro de Itapu, por seu simbolismo. Para alm das barracas de praia, faz-se necessrio pensar a Orla e nesse sentido o poder p&#xfa;blico exerce um papel de extrema import&#xe2;ncia na produo desse espa&#xe7;o urbano, na medida em que sua ao define a concep&#xe7;&#xe3;o  da forma de produo do espao e, por efeito, da urbaniza&#xe7;&#xe3;o. Exemplo consistente de produo urban&#xed;stica, e que deve ser seguido, a proje&#xe7;&#xe3;o da Avenida At&#xe2;lntica, projetada para ter 14,6 quilmetros de pista dupla na rea de influncia da Paralela e que vai beneficiar mais de 430 mil pessoas na regi&#xe3;o. 
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				<category>Cidade</category>				
				
				<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 14:06:00 -0300</pubDate>
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				<title>&#xc9; preciso discutir Salvador e RMS</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/10/29/-preciso-discutir-Salvador-e-RMS</link>
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				No mundo, o cr&#xe9;dito imobili&#xe1;rio representa 70% do volume de empr&#xe9;stimos para pessoas f&#xed;sicas; no Brasil, menos de 20%. Se compararmos o cr&#xe9;dito imobili&#xe1;rio em rela&#xe7;&#xe3;o ao PIB (Produto Interno Bruto), veremos que nos EUA um valor equivalente a 78% do PIB &#xe9; comprometido com a casa pr&#xf3;pria, na Espanha s&#xe3;o 46%, no Chile, 15%, no M&#xe9;xico, 11%, e no Brasil, minguados 3%.

No governo atual, do presidente Lula, foi deslumbrada uma sa&#xed;da com o programa Minha Casa, Minha Vida. Na d&#xe9;cada de 80, n&#xf3;s tivemos um baque com a extin&#xe7;&#xe3;o do Banco Nacional de Habita&#xe7;&#xe3;o. Ele era voltado para programas habitacionais. Isso afetou drasticamente o mercado imobili&#xe1;rio. De l&#xe1; pra c&#xe1;, nenhuma secretaria adotou a miss&#xe3;o de fomentar a produ&#xe7;&#xe3;o imobili&#xe1;ria, principalmente a voltada para baixa renda.

Os indicadores para o crescimento do mercado imobili&#xe1;rio brasileiro s&#xe3;o a capacidade e disposi&#xe7;&#xe3;o de financiamento do sistema banc&#xe1;rio p&#xfa;blico e privado, prazos de financiamento mais longos, manuten&#xe7;&#xe3;o de n&#xed;veis de emprego, crescimento da oferta de cr&#xe9;dito, eleva&#xe7;&#xe3;o m&#xe9;dia da renda e os juros baixos.

Segundo dados divulgados pela Abecip (Associa&#xe7;&#xe3;o Brasileiras das Entidades de Cr&#xe9;dito Imobili&#xe1;rio e Poupan&#xe7;a), nos quatro primeiros meses de 2009, foram financiadas 78.552 unidades habitacionais com recursos da poupan&#xe7;a. Aumento de 6,31% em igual per&#xed;odo do ano passado. Ou seja, neste primeiro quadrimestre, n&#xf3;s j&#xe1; superamos o quadrimestre passado.

Quando se instalou a crise financeira mundial (setembro de 2008), tivemos problemas no setor, em fun&#xe7;&#xe3;o da escassez de cr&#xe9;dito. Este ano j&#xe1; h&#xe1; expectativa que no &#xfa;ltimo quadrimestre as vendas sejam bem melhores que o quadrimestre passado. Temos uma baixa inadimpl&#xea;ncia no setor, em torno de 1,5%, o que ajuda a fomentar mais cr&#xe9;dito e baixos juros, e isto se deve em raz&#xe3;o da seguran&#xe7;a jur&#xed;dica que protege o im&#xf3;vel, como &#xe9; o caso da aliena&#xe7;&#xe3;o fiduci&#xe1;ria.

O d&#xe9;ficit habitacional da Bahia &#xe9; de 600 mil unidades, e o de Salvador, estimado em 80 mil. Em 2001, Salvador tinha 2.443.107 habitantes. Em 2007este n&#xfa;mero subiu para 2.892.625 pessoas. Hoje a cidade tem mais de 3 milh&#xf5;es de habitantes. A taxa de crescimento anual na capital do Estado &#xe9; de 1,8% e o crescimento populacional anual da capital &#xe9; de 74.919 habitantes. Cama&#xe7;ari, em 2001, tinha 161.727 habitantes. Em 2007, subiu para 220.495. A taxa de crescimento anual &#xe9; de 9.794 habitantes. Depois vem o munic&#xed;pio de Lauro de Freitas, com uma popula&#xe7;&#xe3;o em 2001 de 113.543 habitantes, em 2007 o n&#xfa;mero subiu para 144.492 e a taxa de crescimento por ano &#xe9; de 2,7%. O crescimento populacional anual &#xe9; de 5.158 pessoas.

Estes tr&#xea;s munic&#xed;pios juntos d&#xe3;o um crescimento populacional anual de 89.871 pessoas. Isso sem contar com Sim&#xf5;es Filho. &#xc9; uma cidade crescendo por ano dentro da Regi&#xe3;o Metropolitana de Salvador (RMS), e a pergunta &#xe9;: como levar a essa popula&#xe7;&#xe3;o infraestrutura, seguran&#xe7;a, sa&#xfa;de, educa&#xe7;&#xe3;o e moradia?

At&#xe9; 1980, muita coisa foi criada. T&#xfa;nel Am&#xe9;rico Simas, avenidas de vale, Vale do Canela, Avenida Garibaldi, Avenida Ant&#xf4;nio Carlos Magalh&#xe3;es, Avenida Paralela. De 80 pra c&#xe1;, houve uma diminui&#xe7;&#xe3;o dr&#xe1;stica em investimentos em infraestrutura e s&#xf3; foi feita a quarta via da Paralela, a Lu&#xed;s Eduardo Magalh&#xe3;es, alguns viadutos e mais nada.

Precisamos discutir melhor os investimentos na cidade, caso contr&#xe1;rio vamos ficar mais 20 anos sem nada ser feito. Salvador &#xe9; uma pen&#xed;nsula, e a quest&#xe3;o do crescimento populacional e como dotar a cidade de infraestrutura deve ser uma preocupa&#xe7;&#xe3;o constante de todos n&#xf3;s. Salvador e regi&#xe3;o metropolitana precisam de bons hospitais e uma melhor infraestrutura para se desenvolver.

Precisamos come&#xe7;ar a discutir agora um novo PDDU que integre os munic&#xed;pios da regi&#xe3;o metropolitana. N&#xe3;o &#xe9; poss&#xed;vel ficarmos pensando isoladamente as cidades da RMS, quando a proximidade geogr&#xe1;fica salta aos olhos e os problemas tamb&#xe9;m. Note-se que &#xe1; temos um transporte p&#xfa;blico insuficiente que atende &#xe0; regi&#xe3;o metropolitana. 
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				<category>Cidade</category>				
				
				<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 12:42:00 -0300</pubDate>
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				<title>A quest&#xe3;o do cr&#xe9;dito</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/6/15/A-questo-do-crdito</link>
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				Acho engra&#xe7;ado quando vejo pessoas preparadas comentando sobre a diminui&#xe7;&#xe3;o da taxa Selic. Principalmente quando falam sobre o impacto no consumo. Alguns dizem que o consumo vai aumentar, outros acham que a solu&#xe7;&#xe3;o seria baixar mais 0,25% - a&#xed; sim, ter&#xed;amos todos os problemas resolvidos. Ningu&#xe9;m comenta sobre os juros para o consumidor, aquele coitado que precisa que precisa usar o cheque especial, ou tomar algum tipo de empr&#xe9;stimo banc&#xe1;rio.

N&#xe3;o sei quando vamos atentar para isso e exigir o reflexo imediato da comentada taxa nas linhas de financiamento para os que realmente necessitam. N&#xe3;o podemos nos contentar com taxa de cheque especial que passa de 7,77% para 7,69% ao m&#xea;s, ou com a taxa de cart&#xe3;o de cr&#xe9;dito baixando de 12,64% para 12,56% ao m&#xea;s ? todas praticadas pelo Banco do Brasil.

Quando tivermos juros decentes em todas as linhas de cr&#xe9;dito, acredito que o nosso pa&#xed;s possa ter um desenvolvimento maior e uma desigualdade social cada vez menor. E que n&#xe3;o seja puxando quem est&#xe1; em cima para baixo. Em vez disso, trabalhando realmente para elevar o n&#xed;vel de consumo e de vida dos brasileiros mais carentes. 
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				<category>Economia</category>				
				
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 15:52:00 -0300</pubDate>
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				<title>Patrim&#xf4;nio hist&#xf3;rico tombado pela chuva</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/5/8/Patrimnio-histrico-tombado-pela-chuva</link>
				<description>
				
				&#xc9; importante come&#xe7;ar dizendo que, a pesar de ser engenheiro e construtor por mais de 30 anos, sou 100% favor&#xe1;vel &#xe0; preserva&#xe7;&#xe3;o e ao tombamento de locais representativos da nossa hist&#xf3;ria para forma&#xe7;&#xe3;o de um patrim&#xf4;nio. O legado de gera&#xe7;&#xf5;es passadas representa uma preciosa maneira de conhecer e vivenciar o passado, e fortalece a nossa cultura.

Existe uma preocupa&#xe7;&#xe3;o mundial em preservar patrim&#xf4;nios hist&#xf3;ricos da humanidade por meio de leis de prote&#xe7;&#xe3;o e restaura&#xe7;&#xf5;es que possibilitam a manuten&#xe7;&#xe3;o das suas caracter&#xed;sticas originais. Por que com a gente, baianos, &#xe9; diferente? Eu digo: porque na Bahia muitas vezes se anda na contram&#xe3;o do mundo. Aqui se tomba patrim&#xf4;nio por raiva, inveja, sentimentalismo e por outros motivos alheios &#xe0; cultura ou &#xe0; hist&#xf3;ria. O fato mais apavorante &#xe9; que se tomba por tombar e depois se abandona. Estamos vendo agora, com pouco tempo de chuva, patrim&#xf4;nio hist&#xf3;rico come&#xe7;ando a desabar, colocando em risco a vida daqueles que os invadem e de quem caminha pelos passeios p&#xfa;blicos em frente.

Dessa forma, venho mais uma vez me pronunciar contra o tombamento injustificado e contra a falta de planejamento econ&#xf4;mico para a manuten&#xe7;&#xe3;o desses im&#xf3;veis. E, por fim, pergunto: quem vai dar manuten&#xe7;&#xe3;o nos que est&#xe3;o a&#xed; antes que caiam e fa&#xe7;am inocentes de v&#xed;timas? 
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				<category>Cidade</category>				
				
				<pubDate>Fri, 08 May 2009 13:32:00 -0300</pubDate>
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			</item>
			
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				<title>Im&#xf3;vel como investimento</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/4/17/Imvel-como-investimento</link>
				<description>
				
				&#xc9; at&#xe9; um tanto estranho falar de im&#xf3;vel como investimento. Imagina-se que todo mundo sabe sobre o assunto. Pois desde que me conhe&#xe7;o como gente, muito antes de enveredar pelo caminho da engenharia, j&#xe1; ouvia meu av&#xf4; falar, e depois meu pai, que im&#xf3;vel &#xe9; um bem de raiz, que s&#xf3; faz mal a quem vende e &#xe9; sempre bom para quem compra.

Tem um ditado que diz que s&#xf3; se aprende apanhando. E nesses &#xfa;ltimos meses muita gente apanhou. De outubro de 2008 at&#xe9; hoje, os que apostaram a maior parte do patrim&#xf4;nio no mercado financeiro viram, de uma hora para outra, toda a sua economia evaporar.

Mesmo sem abordar a volatilidade do dinheiro em contraponto com um bem de raiz, o im&#xf3;vel volta a ser financeiramente um bom investimento. Por que? A tend&#xea;ncia dos juros &#xe9; cair. A SELIC que remunera as grandes aplica&#xe7;&#xf5;es tende, at&#xe9; o final do ano, chegar a casa de um d&#xed;gito, em torno de 9% a.a.. Assim, a remunera&#xe7;&#xe3;o mensal bruta, sem dedu&#xe7;&#xe3;o do IR, ficar&#xe1; por volta de 0,7% a.m.. O aluguel comercial est&#xe1; pagando entre 1,2% e 1,5% a.m., e o residencial em torno de 1% a.m.. Fora a valoriza&#xe7;&#xe3;o do im&#xf3;vel! Mas &#xe9; preciso ficar atento quanto &#xe0; manuten&#xe7;&#xe3;o - alguns condom&#xed;nios n&#xe3;o fazem os reparos necess&#xe1;rios para que o im&#xf3;vel continue a valorizar. Dessa forma, &#xe0;s vezes o investidor tem de migrar o investimento para im&#xf3;veis mais modernos, acompanhando o vetor de crescimento da cidade. Para isso, o mercado imobili&#xe1;rio conta com imobili&#xe1;rias e consultores experientes e atentos para assessorar os clientes e propor o momento certo para a mudan&#xe7;a da carteira de investimento em im&#xf3;veis. 
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				<category>Economia</category>				
				
				<category>Mercado Imobili&#xe1;rio</category>				
				
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 14:15:00 -0300</pubDate>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Vem ou n&#xe3;o vem?</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/3/24/Vem-ou-no-vem</link>
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				Aguardamos ansiosamente o t&#xe3;o propagandeado programa habitacional do governo federal. A expectativa &#xe9; de que ele possa ajudar em dois sentidos: primeiro, como uma forma mais agressiva de diminuir o d&#xe9;ficit habitacional, que ao longo dos anos s&#xf3; tem aumentado; segundo, para minimizar o efeito conjuntural da crise, criando rapidamente milhares de empregos pelo Brasil &#xe0; dentro.

Tor&#xe7;amos que o programa n&#xe3;o se restrinja ao Sul e Sudeste, como sempre, em detrimento das regi&#xf5;es Norte, Nordeste e Centro Oeste ? as mais necessitadas. E que as regras sejam claras, para que todos possam participar e n&#xe3;o apenas beneficiar alguns. &#xc9; bom que fique claro tamb&#xe9;m que o subs&#xed;dio a ser ofertado dever&#xe1; ir, em sua totalidade, para o comprador do im&#xf3;vel. Estaremos atentos para que os recursos sejam bem aplicados e, dessa forma, evitar que o setor como um todo, seja  prejudicado pelos pr&#xf3;ximos anos. 
				</description>
				
				<category>Economia</category>				
				
				<category>Mercado Imobili&#xe1;rio</category>				
				
				<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 11:49:00 -0300</pubDate>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Governo vai bancar seguro habitacional de baixa renda</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/3/6/Governo-vai-bancar-seguro-habitacional-de-baixa-renda</link>
				<description>
				
				H&#xe1; muito tempo o setor imobili&#xe1;rio reivindica a&#xe7;&#xf5;es para diminuir o d&#xe9;ficit imobili&#xe1;rio na baixa renda.

Felizmente a crise financeira que abala o mundo, fez com que o governo visse no setor imobili&#xe1;rio uma v&#xe1;lvula de escape. No dia 3 de mar&#xe7;o, os ministros Guido Mantega, Marcio Fortes e Dilma Rousseff discutiram um pacote de medidas para a habita&#xe7;&#xe3;o que engloba, entre outras decis&#xf5;es, bancar o seguro contra morte, invalidez e danos f&#xed;sicos ao im&#xf3;vel, nos financiamentos imobili&#xe1;rios aos trabalhadores com renda de at&#xe9; cinco sal&#xe1;rios m&#xed;nimos. Estima-se que esse tipo de seguro represente entre 3% e 4% do valor da presta&#xe7;&#xe3;o. 

Parabenizamos o governo pela vis&#xe3;o exibida com a proposta. Mas fica um questionamento: de onde vir&#xe1; o dinheiro para financiar a produ&#xe7;&#xe3;o das casas e para pagar tal subs&#xed;dio? Outro ponto importante &#xe9;: quem vai financiar a infraestrutura - o Estado ou o Munic&#xed;pio? Pois sabemos que nas grandes capitais n&#xe3;o h&#xe1; terrenos urbanos que comportem tais empreendimentos e se partirmos para a  periferia n&#xe3;o h&#xe1; como bancar esses custos. Muito menos o comprador de baixa renda poder&#xe1; pagar por isso, mesmo que o valor seja embutido nas famosas presta&#xe7;&#xf5;es. 
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				<category>Mercado Imobili&#xe1;rio</category>				
				
				<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 08:12:00 -0300</pubDate>
				<guid>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/3/6/Governo-vai-bancar-seguro-habitacional-de-baixa-renda</guid>
				
			</item>
			
			<item>
				<title>Distor&#xe7;&#xe3;o de fun&#xe7;&#xe3;o</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/3/5/Distoro-de-funo</link>
				<description>
				
				Mais uma vez o Governo Federal erra quando prop&#xf5;e a cria&#xe7;&#xe3;o de uma lei com o objetivo de permitir que a Caixa e o Banco do Brasil comprem outras institui&#xe7;&#xf5;es financeiras e, no bojo da lei, admite que esses bancos tamb&#xe9;m poder&#xe3;o comprar construtoras.

Eu pergunto: os bancos citados, principalmente a Caixa que foi criada para ser uma institui&#xe7;&#xe3;o financeira com fins sociais, v&#xe3;o ser s&#xf3;cios de construtoras? Quais construtoras ser&#xe3;o essas? Que crit&#xe9;rio ser&#xe1; usado para a escolha?

Vale &#xe0; pena enfatizar que o setor imobili&#xe1;rio &#xe9; contra. Quais ser&#xe3;o os interesses envolvidos na proposta?

N&#xf3;s, do mercado imobili&#xe1;rio, defendemos o financiamento, mais &#xe1;gil e com menos burocracia, &#xe0; produ&#xe7;&#xe3;o e ao mutu&#xe1;rio. &#xc9; assim que se atende a um maior n&#xfa;mero de pessoas de uma forma transparente e mais democr&#xe1;tica. 
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				<category>Economia</category>				
				
				<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 23:51:00 -0300</pubDate>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Para aonde alguns poucos querem levar a cidade de Salvador?</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/2/2/Para-aonde-alguns-poucos-querem-levar-a-cidade-de-Salvador</link>
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				N&#xf3;s que produzimos, geramos empregos, pagamos impostos, contribu&#xed;mos com o meio ambiente e com projetos sociais, ficamos estupefatos quando vimos um bando, de meia d&#xfa;zia de pessoas, se movimentarem contra o desenvolvimento de uma cidade como Salvador, incentivando o crescimento desordenado e instituindo a faveliza&#xe7;&#xe3;o - a exemplo das barracas de praia, do Aeroclube e, recentemente, com tentativa de interditar o est&#xe1;dio de Pitua&#xe7;u e paralisar trinta e quatro obras legalmente licenciadas.

Algumas dessas pessoas conseguem eco de suas palavras na imprensa, usando  institui&#xe7;&#xf5;es n&#xe3;o representativas de uma classe, que tem 50 associados em um universo de milhares de profissionais. Presidentes e diretores, na sua maioria, sem hist&#xf3;rico de servi&#xe7;os prestados &#xe0; sociedade, frustrados por n&#xe3;o terem &#xea;xito em sua profiss&#xe3;o, tentam aparecer fazendo oposi&#xe7;&#xe3;o aos que realizam e n&#xe3;o os contratam.

Quero ver at&#xe9; quando a imprensa vai dar eco a esses infelizes. 
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				<category>Mercado Imobili&#xe1;rio</category>				
				
				<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 16:19:00 -0300</pubDate>
				<guid>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/2/2/Para-aonde-alguns-poucos-querem-levar-a-cidade-de-Salvador</guid>
				
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			<item>
				<title>Pacote habitacional s&#xf3; deve fazer efeito no 2&#xba; trimestre</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/1/19/Pacote-habitacional-s-deve-fazer-efeito-no-2-trimestre</link>
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				O governo espera que o pacote de medidas de est&#xed;mulo ao mercado habitacional, que deve ser divulgado at&#xe9; o fim deste m&#xea;s, comece a produzir efeitos positivos sobre a atividade econ&#xf4;mica j&#xe1; a partir do segundo trimestre do ano. No entanto, a avalia&#xe7;&#xe3;o no Planalto &#xe9; que, a curto prazo, as medidas n&#xe3;o devem impedir cortes de vagas no mercado de trabalho. 


&quot;O impacto mais forte na economia ser&#xe1; sentido no segundo semestre&quot;, disse &#xe0; Ag&#xea;ncia Estado o secret&#xe1;rio de Pol&#xed;tica Econ&#xf4;mica do Minist&#xe9;rio da Fazenda, Nelson Barbosa, que est&#xe1; diretamente envolvido na discuss&#xe3;o das medidas. &quot;No curto prazo, as medidas n&#xe3;o devem impedir os cortes de vagas no mercado de trabalho, mas elas poder&#xe3;o promover uma recupera&#xe7;&#xe3;o mais r&#xe1;pida do emprego no m&#xe9;dio prazo&quot;, acrescentou. 


Evitando entrar em detalhes, Barbosa confirmou a informa&#xe7;&#xe3;o, antecipada pelo Estado, de que o programa habitacional ter&#xe1; quatro eixos: est&#xed;mulo &#xe0; habita&#xe7;&#xe3;o popular (voltado para classe m&#xe9;dia baixa); habita&#xe7;&#xe3;o de interesse social (para popula&#xe7;&#xe3;o mais pobre, com renda mensal de at&#xe9; R$ 1.050); classe m&#xe9;dia alta com eventuais altera&#xe7;&#xf5;es nas regras de utiliza&#xe7;&#xe3;o do Fundo de Garantia do Tempo Servi&#xe7;o (FGTS); e est&#xed;mulo &#xe0; compra de materiais de constru&#xe7;&#xe3;o. 


O secret&#xe1;rio tamb&#xe9;m confirmou que o principal foco de a&#xe7;&#xe3;o no &#xe2;mbito do plano habitacional ser&#xe1; a desburocratiza&#xe7;&#xe3;o dos procedimentos para aquisi&#xe7;&#xe3;o de im&#xf3;veis, embora o governo esteja discutindo tamb&#xe9;m medidas de incentivo ao cr&#xe9;dito e, em menor escala, desonera&#xe7;&#xf5;es. 


No grupo das redu&#xe7;&#xf5;es tribut&#xe1;rias, os t&#xe9;cnicos discutem corte de tributos sobre materiais de constru&#xe7;&#xe3;o e tamb&#xe9;m a desonera&#xe7;&#xe3;o do Regime Especial de Tributa&#xe7;&#xe3;o (RET), que taxa em 7% o chamado Patrim&#xf4;nio de Afeta&#xe7;&#xe3;o. 


Esse &#xe9; um mecanismo que permite a separa&#xe7;&#xe3;o de uma determinada obra do patrim&#xf4;nio da construtora - o que d&#xe1; mais seguran&#xe7;a aos compradores, no caso de a empresa passar por dificuldades ou falir. A redu&#xe7;&#xe3;o do RET, na vis&#xe3;o do setor, poderia baratear o custo dos im&#xf3;veis. 


&lt;b&gt;DISCUSS&#xd5;ES&lt;/b&gt;


Barbosa disse que na pr&#xf3;xima semana, quando o ministro da Fazenda, Guido Mantega, j&#xe1; estar&#xe1; de volta das f&#xe9;rias, a equipe econ&#xf4;mica vai finalizar os trabalhos t&#xe9;cnicos em torno do plano habitacional. 


Na semana seguinte, o resultado ser&#xe1; levado e discutido com o presidente da Rep&#xfa;blica, Luiz In&#xe1;cio Lula da Silva, que decidir&#xe1; o desenho final do programa de est&#xed;mulo ao setor. 


Segundo o secret&#xe1;rio, j&#xe1; estava no horizonte do governo estimular o setor habitacional - segmento que melhora o n&#xed;vel de atividade econ&#xf4;mica e &#xe9; grande gerador de emprego, sem pressionar as contas externas. O calend&#xe1;rio, no entanto, foi antecipado por causa do agravamento da crise financeira internacional e de seu impacto na economia brasileira. 


Al&#xe9;m do segmento habitacional, o governo aposta suas fichas na maior execu&#xe7;&#xe3;o das obras do Programa de Acelera&#xe7;&#xe3;o do Crescimento (PAC) e em medidas para os setores agr&#xed;cola, automobil&#xed;stico e de constru&#xe7;&#xe3;o civil. 
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				<category>Mercado Imobili&#xe1;rio</category>				
				
				<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 16:46:00 -0300</pubDate>
				<guid>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/1/19/Pacote-habitacional-s-deve-fazer-efeito-no-2-trimestre</guid>
				
			</item>
			
			<item>
				<title>Investidores em im&#xf3;veis veem Brasil como 2&#xba; mercado mundial</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/1/15/Investidores-em-imveis-veem-Brasil-como-2-mercado-mundial</link>
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				Uma pesquisa feita entre membros de uma associa&#xe7;&#xe3;o americana de investidores estrangeiros em im&#xf3;veis indica o Brasil como o segundo destino mais atraente para seus investimentos em 2009. 

Segundo a pesquisa da Associa&#xe7;&#xe3;o de Investidores Estrangeiros em Im&#xf3;veis (Afire, na sigla em ingl&#xea;s), 16% dos seus membros consideram o Brasil como o pa&#xed;s que oferece a melhor oportunidade para aprecia&#xe7;&#xe3;o de capital. 

O Brasil subiu dez postos no ranking em rela&#xe7;&#xe3;o &#xe0; mesma pesquisa realizada no ano anterior, desbancando a China do segundo posto de mercado mais atraente para os investimentos em im&#xf3;veis. 

Com a crise de cr&#xe9;dito que derrubou os pre&#xe7;os dos im&#xf3;veis, os Estados Unidos permanecem como o destino priorit&#xe1;rio dos investimentos estrangeiros em im&#xf3;veis, com 37% das prefer&#xea;ncias dos membros da Afire. 

A Gr&#xe3;-Bretanha, outro pa&#xed;s cujo mercado imobili&#xe1;rio vem sofrendo com a crise econ&#xf4;mica, pulou do nono para o quarto lugar na prefer&#xea;ncia dos investidores. 

A &#xcd;ndia, que no ano passado era o terceiro destino preferencial dos investimentos em im&#xf3;veis, caiu para quinto neste ano. 


&lt;b&gt;Financiamento em alta&lt;/b&gt;

A 17&#xaa; pesquisa anual da Afire tamb&#xe9;m indica uma predisposi&#xe7;&#xe3;o maior de financiadores e investidores por um aumento nos investimentos neste ano em rela&#xe7;&#xe3;o a 2008. 

Segundo o levantamento, ag&#xea;ncias de cr&#xe9;dito hipotec&#xe1;rio dizem planejar um aumento de 54% na concess&#xe3;o de cr&#xe9;dito global e de 58% no cr&#xe9;dito nos Estados Unidos. 

Os investidores em ativos planejam aumentar sua atividade em 40% globalmente e em 73% nos Estados Unidos.

O levantamento foi feito no &#xfa;ltimo quadrimestre de 2008 entre 200 membros da associa&#xe7;&#xe3;o. Segundo a Afire, os investidores consultados no levantamento det&#xea;m cerca de US$ 1 trilh&#xe3;o em suas carteiras de investimentos em im&#xf3;veis. 

Segundo o presidente da Afire, C. Maclaine Kenan, os membros da associa&#xe7;&#xe3;o adotaram uma postura mais cautelosa no ano passado, por conta das d&#xfa;vidas em rela&#xe7;&#xe3;o &#xe0; economia e sobre o valor real dos im&#xf3;veis. 

&quot;Ao esperar fundamentos mais favor&#xe1;veis ao investimento em 2009, nossos membros devem agir mais agressivamente para fazer aquisi&#xe7;&#xf5;es&quot;, afirmou.

&lt;i&gt;Colabora&#xe7;&#xe3;o Gerson Brasil, editor de Economia da Tribuna da Bahia&lt;/i&gt; 
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				<category>Mercado Imobili&#xe1;rio</category>				
				
				<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 17:57:00 -0300</pubDate>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Governo vai anunciar medidas para habita&#xe7;&#xe3;o popular, diz CBIC</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/1/14/Governo-vai-anunciar-medidas-para-habitao-popular-diz-CBIC</link>
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				O governo federal &quot;comprou a id&#xe9;ia&quot; de lan&#xe7;ar um novo projeto de habita&#xe7;&#xe3;o popular, segundo informou  o  presidente da C&#xe2;mara Brasileira da Ind&#xfa;stria da Constru&#xe7;&#xe3;o (CBIC), Paulo Safady Sim&#xe3;o, ap&#xf3;s reuni&#xe3;o de empres&#xe1;rios com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

&quot;Esse &#xe9; um grande programa que o Brasil precisava para atender fam&#xed;lias que ganham at&#xe9; cinco sal&#xe1;rios m&#xed;nimos. Vai vir com uma s&#xe9;rie de novidades, como subs&#xed;dios, desonera&#xe7;&#xe3;o do produto final, cadastro positivo, cart&#xf3;rio e desburocratiza&#xe7;&#xe3;o&quot;, afirmou Safady Sim&#xe3;o a jornalistas ap&#xf3;s o encontro.

A ideia, disse ele, &#xe9; de construir oito milh&#xf5;es de novas moradias populares em um prazo de 15 anos, no valor total de R$ 350 bilh&#xf5;es, sendo 300 mil moradias em 2009. &quot;Estamos pedindo redu&#xe7;&#xe3;o do custo para o produto final, para o pobre&quot;, disse Safady.
 
Ministros Henrique Meirelles (primeiro, da dir. para a esq.) e Guido Mantega (segundo) em reuni&#xe3;o com empres&#xe1;rios. Segundo ele, o governo deve anunciar &quot;proximamente&quot; medidas para o setor de constru&#xe7;&#xe3;o civil. &quot;Haver&#xe1; um mix de investimentos com recursos do or&#xe7;amento da Uni&#xe3;o, do FGTS, do FAT, concess&#xf5;es p&#xfa;blicas e dinheiro privado. Tem dinheiro novo tamb&#xe9;m. Haver&#xe1; reorganiza&#xe7;&#xe3;o de prioridades&quot;, disse Safady.
 
O representante da constru&#xe7;&#xe3;o civil avaliou que h&#xe1; uma decis&#xe3;o do governo de aumentar investimentos no setor. &quot;Vai ser assim que se garante o emprego e o crescimento (...) As medidas t&#xea;m que ser r&#xe1;pidas&quot;, disse ele.

&lt;i&gt;Colabora&#xe7;&#xe3;o Gerson Brasil, editor de Economia da Tribuna da Bahia&lt;/i&gt; 
				</description>
				
				<category>Economia</category>				
				
				<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 13:23:00 -0300</pubDate>
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			<item>
				<title>Poupan&#xe7;a voltar&#xe1; a ser atrativa</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/1/13/Poupana-voltar-a-ser-atrativa</link>
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				A tradicional caderneta de poupan&#xe7;a tem a sua corre&#xe7;&#xe3;o determinada pela varia&#xe7;&#xe3;o da taxa referencial (TR) mais 0,5% ao m&#xea;s. Em 2008, a aplica&#xe7;&#xe3;o rendeu cerca de 8%, enquanto a expectativa para o IPCA (infla&#xe7;&#xe3;o oficial) &#xe9; de 6% e o IGP encostou em 10%.
 
Em 2009 e a poupan&#xe7;a pode voltar a ganhar um pouco mais de atratividade. Isso porque a expectativa &#xe9; de queda de juros neste ano. O mercado financeiro acredita que no pr&#xf3;ximo dia 21 de janeiro o Comit&#xea; de Pol&#xed;tica Monet&#xe1;ria (Copom) do BC reduza os juros de 13,75% para 13,25% ao ano. Para o fim de 2009, a expectativa &#xe9; de que os juros fiquem em 12% ao ano.

No ano passado, a aplica&#xe7;&#xe3;o perdeu um pouco sua atratividade por conta da subida de juros implementada pelo Banco Central. Os juros b&#xe1;sicos, que estava em 11,25% ao ano no in&#xed;cio de 2008, terminaram o ano passado em 13,75% ao ano - com o objetivo de tentar conter o crescimento da infla&#xe7;&#xe3;o.

Com isso, subiu a remunera&#xe7;&#xe3;o das aplica&#xe7;&#xf5;es em renda fixa que &quot;concorrem&quot; com a poupan&#xe7;a, como os fundos ofertados pelas institui&#xe7;&#xf5;es financeiras (rendimento de 12% a 13% em 2008), os CDB&apos;s (Certificados de Dep&#xf3;sitos Banc&#xe1;rios) e at&#xe9; mesmo as vendas de t&#xed;tulos p&#xfa;blicos pela internet efetuados pelo Tesouro Nacional - que t&#xea;m rendimento pr&#xf3;ximo, ou igual, ao da taxa Selic.

&lt;i&gt;Colabora&#xe7;&#xe3;o Gerson Brasil, editor de Economia da Tribuna da Bahia&lt;/i&gt; 
				</description>
				
				<category>Economia</category>				
				
				<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 12:57:00 -0300</pubDate>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Governo quer isentar cadeia da constru&#xe7;&#xe3;o de IPI e IR</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/1/12/Governo-quer-isentar-cadeia-da-construo-de-IPI-e-IR</link>
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				O governo federal na busca por alimentar a constru&#xe7;&#xe3;o civil, geradora de impostos, e que no ano passado foi a respons&#xe1;vel por uma grande gera&#xe7;&#xe3;o de empregos, quer quer a desonerar o setor no que tange a tributos. A proposta inicial &#xe9; isentar integralmente do pagamento de IPI e Imposto de Renda. Mas a ideia esbarra na necessidade do governo de garantir arrecada&#xe7;&#xe3;o suficiente para gerar caixa no final do ano. No &#xe2;mbito do governo a discuss&#xe3;o ainda est&#xe1; aberta.

&lt;i&gt;Colabora&#xe7;&#xe3;o Gerson Brasil, editor de Economia da Tribuna da Bahia&lt;/i&gt; 
				</description>
				
				<category>Economia</category>				
				
				<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 14:11:00 -0300</pubDate>
				<guid>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/1/12/Governo-quer-isentar-cadeia-da-construo-de-IPI-e-IR</guid>
				
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