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			<title>Blog do Guto Amoedo | Brito &amp; Amoedo | Brasil Brokers - Economia</title>
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			<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 02:53:37 -0300</pubDate>
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				<title>Blog do Guto Amoedo | Brito &amp; Amoedo | Brasil Brokers</title>
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				<title>A quest&#xe3;o do cr&#xe9;dito</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/6/15/A-questo-do-crdito</link>
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				Acho engra&#xe7;ado quando vejo pessoas preparadas comentando sobre a diminui&#xe7;&#xe3;o da taxa Selic. Principalmente quando falam sobre o impacto no consumo. Alguns dizem que o consumo vai aumentar, outros acham que a solu&#xe7;&#xe3;o seria baixar mais 0,25% - a&#xed; sim, ter&#xed;amos todos os problemas resolvidos. Ningu&#xe9;m comenta sobre os juros para o consumidor, aquele coitado que precisa que precisa usar o cheque especial, ou tomar algum tipo de empr&#xe9;stimo banc&#xe1;rio.

N&#xe3;o sei quando vamos atentar para isso e exigir o reflexo imediato da comentada taxa nas linhas de financiamento para os que realmente necessitam. N&#xe3;o podemos nos contentar com taxa de cheque especial que passa de 7,77% para 7,69% ao m&#xea;s, ou com a taxa de cart&#xe3;o de cr&#xe9;dito baixando de 12,64% para 12,56% ao m&#xea;s ? todas praticadas pelo Banco do Brasil.

Quando tivermos juros decentes em todas as linhas de cr&#xe9;dito, acredito que o nosso pa&#xed;s possa ter um desenvolvimento maior e uma desigualdade social cada vez menor. E que n&#xe3;o seja puxando quem est&#xe1; em cima para baixo. Em vez disso, trabalhando realmente para elevar o n&#xed;vel de consumo e de vida dos brasileiros mais carentes. 
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				<category>Economia</category>				
				
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 15:52:00 -0300</pubDate>
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				<title>Im&#xf3;vel como investimento</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/4/17/Imvel-como-investimento</link>
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				&#xc9; at&#xe9; um tanto estranho falar de im&#xf3;vel como investimento. Imagina-se que todo mundo sabe sobre o assunto. Pois desde que me conhe&#xe7;o como gente, muito antes de enveredar pelo caminho da engenharia, j&#xe1; ouvia meu av&#xf4; falar, e depois meu pai, que im&#xf3;vel &#xe9; um bem de raiz, que s&#xf3; faz mal a quem vende e &#xe9; sempre bom para quem compra.

Tem um ditado que diz que s&#xf3; se aprende apanhando. E nesses &#xfa;ltimos meses muita gente apanhou. De outubro de 2008 at&#xe9; hoje, os que apostaram a maior parte do patrim&#xf4;nio no mercado financeiro viram, de uma hora para outra, toda a sua economia evaporar.

Mesmo sem abordar a volatilidade do dinheiro em contraponto com um bem de raiz, o im&#xf3;vel volta a ser financeiramente um bom investimento. Por que? A tend&#xea;ncia dos juros &#xe9; cair. A SELIC que remunera as grandes aplica&#xe7;&#xf5;es tende, at&#xe9; o final do ano, chegar a casa de um d&#xed;gito, em torno de 9% a.a.. Assim, a remunera&#xe7;&#xe3;o mensal bruta, sem dedu&#xe7;&#xe3;o do IR, ficar&#xe1; por volta de 0,7% a.m.. O aluguel comercial est&#xe1; pagando entre 1,2% e 1,5% a.m., e o residencial em torno de 1% a.m.. Fora a valoriza&#xe7;&#xe3;o do im&#xf3;vel! Mas &#xe9; preciso ficar atento quanto &#xe0; manuten&#xe7;&#xe3;o - alguns condom&#xed;nios n&#xe3;o fazem os reparos necess&#xe1;rios para que o im&#xf3;vel continue a valorizar. Dessa forma, &#xe0;s vezes o investidor tem de migrar o investimento para im&#xf3;veis mais modernos, acompanhando o vetor de crescimento da cidade. Para isso, o mercado imobili&#xe1;rio conta com imobili&#xe1;rias e consultores experientes e atentos para assessorar os clientes e propor o momento certo para a mudan&#xe7;a da carteira de investimento em im&#xf3;veis. 
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				<category>Economia</category>				
				
				<category>Mercado Imobili&#xe1;rio</category>				
				
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 14:15:00 -0300</pubDate>
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				<title>Vem ou n&#xe3;o vem?</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/3/24/Vem-ou-no-vem</link>
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				Aguardamos ansiosamente o t&#xe3;o propagandeado programa habitacional do governo federal. A expectativa &#xe9; de que ele possa ajudar em dois sentidos: primeiro, como uma forma mais agressiva de diminuir o d&#xe9;ficit habitacional, que ao longo dos anos s&#xf3; tem aumentado; segundo, para minimizar o efeito conjuntural da crise, criando rapidamente milhares de empregos pelo Brasil &#xe0; dentro.

Tor&#xe7;amos que o programa n&#xe3;o se restrinja ao Sul e Sudeste, como sempre, em detrimento das regi&#xf5;es Norte, Nordeste e Centro Oeste ? as mais necessitadas. E que as regras sejam claras, para que todos possam participar e n&#xe3;o apenas beneficiar alguns. &#xc9; bom que fique claro tamb&#xe9;m que o subs&#xed;dio a ser ofertado dever&#xe1; ir, em sua totalidade, para o comprador do im&#xf3;vel. Estaremos atentos para que os recursos sejam bem aplicados e, dessa forma, evitar que o setor como um todo, seja  prejudicado pelos pr&#xf3;ximos anos. 
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				<category>Economia</category>				
				
				<category>Mercado Imobili&#xe1;rio</category>				
				
				<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 11:49:00 -0300</pubDate>
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				<title>Distor&#xe7;&#xe3;o de fun&#xe7;&#xe3;o</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/3/5/Distoro-de-funo</link>
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				Mais uma vez o Governo Federal erra quando prop&#xf5;e a cria&#xe7;&#xe3;o de uma lei com o objetivo de permitir que a Caixa e o Banco do Brasil comprem outras institui&#xe7;&#xf5;es financeiras e, no bojo da lei, admite que esses bancos tamb&#xe9;m poder&#xe3;o comprar construtoras.

Eu pergunto: os bancos citados, principalmente a Caixa que foi criada para ser uma institui&#xe7;&#xe3;o financeira com fins sociais, v&#xe3;o ser s&#xf3;cios de construtoras? Quais construtoras ser&#xe3;o essas? Que crit&#xe9;rio ser&#xe1; usado para a escolha?

Vale &#xe0; pena enfatizar que o setor imobili&#xe1;rio &#xe9; contra. Quais ser&#xe3;o os interesses envolvidos na proposta?

N&#xf3;s, do mercado imobili&#xe1;rio, defendemos o financiamento, mais &#xe1;gil e com menos burocracia, &#xe0; produ&#xe7;&#xe3;o e ao mutu&#xe1;rio. &#xc9; assim que se atende a um maior n&#xfa;mero de pessoas de uma forma transparente e mais democr&#xe1;tica. 
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				<category>Economia</category>				
				
				<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 23:51:00 -0300</pubDate>
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				<title>Governo vai anunciar medidas para habita&#xe7;&#xe3;o popular, diz CBIC</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/1/14/Governo-vai-anunciar-medidas-para-habitao-popular-diz-CBIC</link>
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				O governo federal &quot;comprou a id&#xe9;ia&quot; de lan&#xe7;ar um novo projeto de habita&#xe7;&#xe3;o popular, segundo informou  o  presidente da C&#xe2;mara Brasileira da Ind&#xfa;stria da Constru&#xe7;&#xe3;o (CBIC), Paulo Safady Sim&#xe3;o, ap&#xf3;s reuni&#xe3;o de empres&#xe1;rios com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

&quot;Esse &#xe9; um grande programa que o Brasil precisava para atender fam&#xed;lias que ganham at&#xe9; cinco sal&#xe1;rios m&#xed;nimos. Vai vir com uma s&#xe9;rie de novidades, como subs&#xed;dios, desonera&#xe7;&#xe3;o do produto final, cadastro positivo, cart&#xf3;rio e desburocratiza&#xe7;&#xe3;o&quot;, afirmou Safady Sim&#xe3;o a jornalistas ap&#xf3;s o encontro.

A ideia, disse ele, &#xe9; de construir oito milh&#xf5;es de novas moradias populares em um prazo de 15 anos, no valor total de R$ 350 bilh&#xf5;es, sendo 300 mil moradias em 2009. &quot;Estamos pedindo redu&#xe7;&#xe3;o do custo para o produto final, para o pobre&quot;, disse Safady.
 
Ministros Henrique Meirelles (primeiro, da dir. para a esq.) e Guido Mantega (segundo) em reuni&#xe3;o com empres&#xe1;rios. Segundo ele, o governo deve anunciar &quot;proximamente&quot; medidas para o setor de constru&#xe7;&#xe3;o civil. &quot;Haver&#xe1; um mix de investimentos com recursos do or&#xe7;amento da Uni&#xe3;o, do FGTS, do FAT, concess&#xf5;es p&#xfa;blicas e dinheiro privado. Tem dinheiro novo tamb&#xe9;m. Haver&#xe1; reorganiza&#xe7;&#xe3;o de prioridades&quot;, disse Safady.
 
O representante da constru&#xe7;&#xe3;o civil avaliou que h&#xe1; uma decis&#xe3;o do governo de aumentar investimentos no setor. &quot;Vai ser assim que se garante o emprego e o crescimento (...) As medidas t&#xea;m que ser r&#xe1;pidas&quot;, disse ele.

&lt;i&gt;Colabora&#xe7;&#xe3;o Gerson Brasil, editor de Economia da Tribuna da Bahia&lt;/i&gt; 
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				<category>Economia</category>				
				
				<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 13:23:00 -0300</pubDate>
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				<title>Poupan&#xe7;a voltar&#xe1; a ser atrativa</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/1/13/Poupana-voltar-a-ser-atrativa</link>
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				A tradicional caderneta de poupan&#xe7;a tem a sua corre&#xe7;&#xe3;o determinada pela varia&#xe7;&#xe3;o da taxa referencial (TR) mais 0,5% ao m&#xea;s. Em 2008, a aplica&#xe7;&#xe3;o rendeu cerca de 8%, enquanto a expectativa para o IPCA (infla&#xe7;&#xe3;o oficial) &#xe9; de 6% e o IGP encostou em 10%.
 
Em 2009 e a poupan&#xe7;a pode voltar a ganhar um pouco mais de atratividade. Isso porque a expectativa &#xe9; de queda de juros neste ano. O mercado financeiro acredita que no pr&#xf3;ximo dia 21 de janeiro o Comit&#xea; de Pol&#xed;tica Monet&#xe1;ria (Copom) do BC reduza os juros de 13,75% para 13,25% ao ano. Para o fim de 2009, a expectativa &#xe9; de que os juros fiquem em 12% ao ano.

No ano passado, a aplica&#xe7;&#xe3;o perdeu um pouco sua atratividade por conta da subida de juros implementada pelo Banco Central. Os juros b&#xe1;sicos, que estava em 11,25% ao ano no in&#xed;cio de 2008, terminaram o ano passado em 13,75% ao ano - com o objetivo de tentar conter o crescimento da infla&#xe7;&#xe3;o.

Com isso, subiu a remunera&#xe7;&#xe3;o das aplica&#xe7;&#xf5;es em renda fixa que &quot;concorrem&quot; com a poupan&#xe7;a, como os fundos ofertados pelas institui&#xe7;&#xf5;es financeiras (rendimento de 12% a 13% em 2008), os CDB&apos;s (Certificados de Dep&#xf3;sitos Banc&#xe1;rios) e at&#xe9; mesmo as vendas de t&#xed;tulos p&#xfa;blicos pela internet efetuados pelo Tesouro Nacional - que t&#xea;m rendimento pr&#xf3;ximo, ou igual, ao da taxa Selic.

&lt;i&gt;Colabora&#xe7;&#xe3;o Gerson Brasil, editor de Economia da Tribuna da Bahia&lt;/i&gt; 
				</description>
				
				<category>Economia</category>				
				
				<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 12:57:00 -0300</pubDate>
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				<title>Governo quer isentar cadeia da constru&#xe7;&#xe3;o de IPI e IR</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/1/12/Governo-quer-isentar-cadeia-da-construo-de-IPI-e-IR</link>
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				O governo federal na busca por alimentar a constru&#xe7;&#xe3;o civil, geradora de impostos, e que no ano passado foi a respons&#xe1;vel por uma grande gera&#xe7;&#xe3;o de empregos, quer quer a desonerar o setor no que tange a tributos. A proposta inicial &#xe9; isentar integralmente do pagamento de IPI e Imposto de Renda. Mas a ideia esbarra na necessidade do governo de garantir arrecada&#xe7;&#xe3;o suficiente para gerar caixa no final do ano. No &#xe2;mbito do governo a discuss&#xe3;o ainda est&#xe1; aberta.

&lt;i&gt;Colabora&#xe7;&#xe3;o Gerson Brasil, editor de Economia da Tribuna da Bahia&lt;/i&gt; 
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				<category>Economia</category>				
				
				<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 14:11:00 -0300</pubDate>
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			<item>
				<title>FGTS pode destinar mais R$ 900 mi a fundo perdido</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/1/9/FGTS-pode-destinar-mais-R-900-mi-a-fundo-perdido</link>
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				O governo quer usar parcela maior do lucro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Servi&#xe7;o) em aplica&#xe7;&#xf5;es em t&#xed;tulos p&#xfa;blicos para subsidiar empr&#xe9;stimos habitacionais a fam&#xed;lias de baixa renda. A ideia &#xe9; elevar em cerca de R$ 900 milh&#xf5;es o dinheiro dos trabalhadores usado a fundo perdido.

A proposta consta do esbo&#xe7;o do novo Plano Nacional de Habita&#xe7;&#xe3;o (Planhab), sendo negociado pelos minist&#xe9;rios das Cidades e da Fazenda e pela Caixa Econ&#xf4;mica Federal para ser anunciado pelo presidente Lula at&#xe9; o final do m&#xea;s, mas que encontra resist&#xea;ncias dentro do pr&#xf3;prio governo.

Pelas regras atuais do FGTS, &#xe9; poss&#xed;vel usar at&#xe9; 50% do lucro do fundo para reduzir o valor que fam&#xed;lias com renda at&#xe9; R$ 1.900 ter&#xe3;o que financiar. Isso faz com que a presta&#xe7;&#xe3;o fique menor para esses mutu&#xe1;rios. A medida em discuss&#xe3;o prev&#xea; aumentar para 80% essa parcela e tamb&#xe9;m ampliar a renda das fam&#xed;lias beneficiadas.

&lt;i&gt;Colabora&#xe7;&#xe3;o Gerson Brasil, editor de Economia da Tribuna da Bahia&lt;/i&gt; 
				</description>
				
				<category>Economia</category>				
				
				<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 13:14:00 -0300</pubDate>
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				<title>O dilema do cr&#xe9;dito</title>
				<link>http://blogdoguto.britoeamoedo.com.br/index.cfm/2009/1/8/O-dilema-do-crdito</link>
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				Um dilema que costuma aflorar em &#xe9;pocas de crise come&#xe7;a a chegar ao Brasil. Diante da desacelera&#xe7;&#xe3;o na economia, com reflexos na renda e no emprego, qual &#xe9; a melhor op&#xe7;&#xe3;o: estimular o gasto e o endividamento ou, ao contr&#xe1;rio, inibi-los, na tentativa de aumentar a seguran&#xe7;a para a travessia de &#xe1;guas turbulentas?

A discuss&#xe3;o surge a prop&#xf3;sito do grau de endividamento dos brasileiros, que aumentou muito nos &#xfa;ltimos anos de bonan&#xe7;a.
De acordo com dados do Banco Central de junho, os mais recentes dispon&#xed;veis, quase 17 milh&#xf5;es de pessoas deviam mais de R$ 5.000. O volume de endividados acima desse valor, alto para os n&#xed;veis m&#xe9;dios de renda no pa&#xed;s, cresceu 19,3% em um ano.

Em outra ponta, o crescimento dos empr&#xe9;stimos consignados para aposentados do INSS tamb&#xe9;m preocupa alguns analistas. Apesar da crise que j&#xe1; se abatia sobre o cr&#xe9;dito em outubro, foram concedidos naquele m&#xea;s R$ 198,4 milh&#xf5;es nessa modalidade, alta de 15% sobre setembro.

Segundo o Minist&#xe9;rio da Previd&#xea;ncia, 60% dos empr&#xe9;stimos consignados s&#xe3;o concedidos a quem recebe at&#xe9; um sal&#xe1;rio m&#xed;nimo mensal (R$ 415) -justamente a fatia mais vulner&#xe1;vel.
Cabe ao governo, especialmente em rela&#xe7;&#xe3;o ao universo dos aposentados, zelar para que o empr&#xe9;stimo consignado n&#xe3;o se torne uma armadilha. As regras para essa modalidade j&#xe1; foram apertadas e podem ser restringidas ainda mais se for o caso.
Mas o comportamento das autoridades no que diz respeito ao cr&#xe9;dito, em geral, deve ser de incentivo. Trata-se de tentar mitigar o impacto, para o emprego e a renda, da atitude extremada dos bancos, que diminu&#xed;ram abruptamente os empr&#xe9;stimos.

Se todos come&#xe7;arem a tomar a mesma atitude defensiva, os efeitos da desacelera&#xe7;&#xe3;o tender&#xe3;o a se agravar. (Editorial da Folha de S. Paulo)

&lt;i&gt;Colabora&#xe7;&#xe3;o Gerson Brasil, editor de Economia da Tribuna da Bahia&lt;/i&gt; 
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				<category>Economia</category>				
				
				<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 14:45:00 -0300</pubDate>
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